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O cinema pode ser um espelho de diferentes épocas e sociedades. Por isso, a 2001 convida profissionais de diferentes áreas ligadas à sétima arte para recomendar ou analisar um filme que considerem relevante, sob a luz de diferentes universos: filosofia, psicanálise, educação, artes etc.



O Cinema de Ozu

O Cinema de Ozu


Indicação::

Lançamento em DVD mais vendido na 2001 Vídeo, a coleção da Versátil reúne, em 3 DVDs, o melhor da obra daquele que é considerado “o mais japonês dos cineastas japoneses”. O box traz 5 clássicos do mestre Yasujiro Ozu: Filho Único (1936), Era uma Vez um Pai (1942), Também Fomos Felizes (1951), Crepúsculo em Tóquio (1957) e “Era uma Vez em Tóquio” (1953) – considerado um dos maiores filmes de todos os tempos, agora em versão restaurada. Além do documentário Conversando com Ozu (40 minutos), no qual diretores como Wim Wenders e Aki Kaurismaki falam do legado do extraordinário cineasta do cotidiano. 
 
Ozu especializou-se em dramas familiares cujos personagens são confrontados por questões como a passagem do tempo, a solidão e o conflito de gerações, retratando as mudanças comportamentais no Japão. 
 
Em uma recente enquete da conceituada revista britânica Sight & Sound, bíblia da cinefilia mundial publicada pelo BFI (British Film Institute), Era uma Vez em Tóquio ficou em primeiro lugar, desbancando o eterno favorito da crítica, Cidadão Kane. A votação foi realizada entre 358 cineastas e incluiu nomes como Woody Allen, Martin Scorsese e Quentin Tarantino. 
 
“A obra que não transmite humanismo não tem valor. Trata-se do objetivo de toda arte…” 
Yasujiro Ozu


O Cinema de Ozu

((Tokyo Monogatari; Talking with Ozu; Bakushu; Chihi Ariki; Tokyo Boshoku; Hitori Musuko), Japao, 1936; 1942; 1951; 1953; 1957; 1993, Preto-e-branco, 572 min.)

Versátil - Cinema Asiático

Direcao: Yasujiro Ozu

Elenco: Setsuko Hara,Chishu Ryu,Ichirô Sugai,Chieko Higashiyama,Kuniko Miyake,Haruko Sugimura,Hiroshi Nihon'yanagi,Choko Iida,Shinichi Himori,Masao Hayama

Sinopse:  
A Versátil apresenta O cinema de Ozu, digistack com 3 DVDs que reúne 5 clássicos do “mais japonês dos cineastas japoneses”, o mestre Yasujiro Ozu (1903-1963), incluindo Era uma Vez em Tóquio, um dos maiores filmes de todos tempos, e Conversando com Ozu, documentário em que Wim Wenders, Aki Kaurismaki e outros diretores falam do legado do extraordinário cineasta do cotidiano. 
 
Era uma vez em Tóquio (Tokyo Monogatari, 1953) 
Um casal de idosos viaja de Onomichi a Tóquio, para visitar os filhos casados, após uma ausência de 20 anos. Drama sublime que representa o ápice da estética de Ozu.  
 
Conversando com Ozu (Talking with Ozu, 1993)  
Um tributo ao mestre com depoimentos dos cineastas Wim Wenders, Aki Kaurismaki, Stanley Kwan, Claire Denis, Lindsay Anderson, Paul Schrader e Hou Hsiao-hsien. 
 
Também fomos felizes (Bakushu, 1951) 
A família Mamiya procura um marido para a filha mais nova, que trabalha como secretária em Tóquio. No entanto, a moça não quer aceitar um casamento arranjado. 
 
Era uma vez um pai (Chihi Ariki, 1942) 
Um professor viúvo matricula o filho em um colégio interno, partindo para ganhar a vida em Tóquio. O amor entre pai e filho precisará resistir a esta separação.  
 
Crepúsculo em Tóquio (Tokyo Boshoku, 1957) 
No auge do inverno, Takako volta à casa do pai, fugindo do marido agressivo. Por sua vez, sua irmã Akiko vive uma gravidez indesejada e procura, em vão, pelo namorado.  
 
Filho Único (Hitori Musuko, 1936) 
Uma mãe solteira sofre para conseguir criar e educar seu único filho. Com muito esforço, consegue que o rapaz vá estudar em Tóquio. Primeiro filme sonoro de Ozu. 


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O Mágico de Oz

O Mágico de Oz


Indicação::

Estados Unidos. Numa pequena fazenda, uma garota chamada Dorothy, a então jovem Judy Garland, de Nasce uma Estrela; começa a cantar "Somewhere over the rainbow"... Esta é a cena chave de "O Mágico de Óz", musical baseado na fábula de L. Frank Baum. Um dos méritos da produção é a mescla entre cenas em preto e branco para representar a dura realidade de Dorothy e cenas de um forte colorido (technicolor) para mostrar o fabuloso mundo de Óz.


O Mágico de Oz

((The Wizard of Oz), Estados Unidos, 1939, Preto-e-branco com partes em colorido, 102 min.)

Warner Bros - Musical Filme

Direcao: Victor Fleming,George Cukor,Mervyn LeRoy,Norman Taurog,King Vidor

Elenco: Judy Garland,Frank Morgan,Ray Bolger,Bert Lahr,Jack Haley,Billie Burke,Margaret Hamilton,Charley Grapewin,Pat Walshe,Clara Blandick

Sinopse: Nós batemos nossos saltos na expectativa. Não há lugar como o lar e nenhum filme como este. De geração para geração, O Mágico de Oz nos mantém unidos - crianças, adultos, famílias, amigos. A impressionante terra de Oz, um mundo de sonhos que viram realidade, de florestas encantadas, espantalhos dançantes e leões cantates, uma mágica aventura recheada de maravilhosas canções. Baseado na preciosa série de livros de L. Frank Baum, O Mágico de Oz foi julgado o melhor filme familiar de todos os tempos pelo American Film Institute. E essa restauração nunca vista antes parece e soa melhor do que antes. Nós convidamos você para embarcar rumo a Cidade Esmeralda na mais famosa estrada da história do cinema. Dorothy (Judy Galard), Espantalho (Ray Bolger), Homem-de-Lata (Jack Haley) e Leão Covarde (Bert Lahr) esperam por você na Estrada dos Tijolos Amarelos e Over The Rainbow.


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O Inquilino

O Inquilino


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Além de dirigir, Roman Polanski interpreta o personagem principal, um polonês que se vê diante de estranhos acontecimentos no prédio onde mora, em crescente de paranóia e loucura que remete a obras anteriores do diretor - Repulsa ao Sexo (1965) e O Bebê de Rosemary (1968) –, compondo o que alguns chamam de “trilogia do apartamento”. Nesses filmes, o verdadeiro horror não é sobrenatural, mas interno e potencializado pela presença do “outro” como ameaça, ambientes claustrofóbicos e personagens reprimidos.


O Inquilino

((Le locataire), Franca, 1976, Colorido, 126 min.)

Continental - Arte

Direcao: Roman Polanski

Elenco: Roman Polanski,Isabelle Adjani,Melvyn Douglas,Jo Van Fleet,Bernard Fresson,Lila Kedrova,Claude Dauphin,Claude Piéplu,Rufus,Romain Bouteille

Sinopse: Trelkovsky (Roman Polanski), um polonês que está vivendo na França, aluga um apartamento em um estranho e antigo edifício residencial, onde seus vizinhos, que na sua maioria são velhos reclusos, o observam com um misto de desprezo e suspeita. Ao descobrir que Stella (Isabelle Adjani), a última inquilina do apartamento, era uma mulher jovem e bela que cometera suicídio ao pular da janela, Trelkovsky gradativamente fica obcecado com a mulher morta. A obsessão e o clima do local, mesclado com o comportamento incomum dos vizinhos, faz Trelkovsky se convencer de que seus vizinhos planejam matá-lo.


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Ladrões de Bicicletas

Ladrões de Bicicletas


Indicação::

Roma, 1948. Depois de procurar muito, Antonio consegue um emprego, para colar cartazes de cinema pela cidade, montado em sua bicicleta. Porém, logo no primeiro dia de trabalho, ela é roubada. Junto com o filho pequeno, começa uma busca desesperada pela bicicleta, sua última esperança de uma vida melhor. Grande clássico do neorealismo italiano, Ladrões de Bicicleta tem conquistado sucessivas gerações de cinéfilos, com sua história humanista e universal.


Ladrões de Bicicletas

((Ladri di biciclette), Italia, 1948, Preto-e-branco, 88 min.)

Continental - Cinema Europeu

Direcao: Vittorio De Sica

Elenco: Lamberto Maggiorani,Enzo Staiola,Lianella Carell,Gino Saltamerenda,Vittorio Antonucci,Giulio Chiari,Elena Altieri,Carlo Jachino,Michele Sakara,Emma Druetti

Sinopse:  
Um operário desempregado consegue uma vaga na prefeitura como colador de cartazes. Para retirar a bicicleta penhorada, a sua esposa empenha os lençois. Porém, no primeiro dia de trabalho têm sua bicicleta furtada. Sai com seu filho a procura nos revendedores de bicicletas usadas. Consegue avistar o ladrão, perseguindo-o por toda Roma num dia de domingo, sem conseguir prende-lo. Desesperado pela indiferença e zombaria das pessoas, resolve então roubar uma bicicleta. 
Totalmente desajeitado é imediatamente preso. Com um final surpreendente onde a solidariedade entre as pessoas impera.


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Viridiana

Viridiana


Indicação::

O diretor Luis Buñuel (A Bela da Tarde) mostra de maneira crua como o ser humano pode reagir diante da caridade no filme ganhador da Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1961. 
 
De onde todos esperamos que surja a gratidão, pode surgir um sentimento capaz de destruir alguém que antes tinha apenas boas intenções. Viridiana passa pelo constrangimento de ser objeto de desejo do tio e, diante da morte do parente, resolve praticar o bem com o que herdou, sem imaginar o que receberá em troca. 
 
Com muito humor negro e sarcasmo, Buñuel apresenta personagens que tornarão a vida da personagem-título mais difícil e o filme, uma agradável mistura de tragédia e comédia.

Às vésperas de ser ordenada freira, Viridiana passa uns dias na mansão do seu pervertido tio, que, obcecado com sua beleza, tenta seduzi-la de todas as maneiras. Com a morte repentina do tio, desiste da vida religiosa, indo morar no casarão do falecido. Movida pelo espírito de caridade cristã, ela abriga e alimenta todos os mendigos da região. Porém, os necessitados não se comportam do jeito que ela esperava… Esse é o enredo dessa obra-prima do mestre Luis Buñuel (A Bela da Tarde), trazendo uma das cenas mais famosas da história do cinema: a Santa Ceia dos mendigos, uma sátira genial à pintura de Leonardo Da Vinci.


Viridiana

((Viridiana), Espanha,Mexico, 1961, Preto-e-branco, 0 min.)

Silver Screen - Arte

Direcao: Luis Buñuel

Elenco: Silvia Pinal,Francisco Rabal,Fernando Rey,José Calvo,Margarita Lozano,José Manuel Martín,Victoria Zinny,Luis Heredia,Joaquín Roa,Lola Gaos

Sinopse: Pouco antes de ser ordenada freira, Viridiana faz uma visita ao seu solitário tio, que está à beira da morte. O homem, pervertido e obcecado pela sua beleza, tenta seduzi-la de todas as formas, antes de morrer repentinamente. Com a sua morte, acaba desistindo de ser freira, passando a morar na casa deixada pelo tio. Decide transformá-la em um albergue, movida pelo seu sentimento cristão de piedade e solidariedade, mas os mendigos que lá abriga, acabam lhe mostrando as verdadeiras facetas dos seres humanos. Outra obra magistral de Buñuel. Um filme maravilhoso com um roteiro cheio de irreverências, naturalismo, surrealismo, humor negro e tragédia. Uma história inesquecível, fantástica e imprescindível.


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